21 de maio de 2024

(Reprodução/YouTube)

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O filme “Eu odeio berinjela”, criado pela OpusMúltipla para o Grupo Dignidade (organização pioneira na promoção da cidadania LGBT), foi escolhido pela Rede Globo para integrar uma ação da emissora para a promoção do respeito mútuo, veiculada nacionalmente a partir deste mês.

Com o mote “Você não precisar aceitar, mas deve respeitar”, o filme mostra de forma inusitada a importância de lutar contra a intolerância de qualquer espécie e ensina que o respeito é a melhor maneira de lidar com as diferenças.

O roteiro apresenta uma cena simples: um jantar em família onde a sogra oferece ao pretenso genro um prato que contém berinjela entre os ingredientes da receita. O jovem, logo após falar que “odeia berinjela”, imagina cometer uma série de atrocidades contra o fruto, que é cruelmente afogado, esfaqueado, pisoteado, caçado e explodido.

Ao voltar à vida real, um simples “não, obrigado” reforça a forma correta de lidar contra aquilo que se discorda. “Sempre achei suspeita a forma como alguns lidam com as diferenças, especialmente no que se refere a orientação sexual. O que justifica uma pessoa gastar sua energia para agredir, verbal ou fisicamente, alguém que não compactua com suas preferências? Talvez essa pessoa não esteja tão segura assim de suas escolhas”, reflete Renato Cavalher, criador do filme.

“Obviamente que podemos discordar do modo de vida de outras pessoas. Sou a favor de todos os direitos e da justiça. Não devemos discriminar e sim respeitar não apenas a religião e a cor, mas também a orientação sexual”, pontua Toni Reis, diretor executivo e fundador do Grupo Dignidade.

https://www.youtube.com/watch?v=shsBwphAOaI

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1 thought on “Campanha aborda de forma inusitada o grave tema da intolerância homofóbica

  1. Percebemos é uma provável falta de conversa sobre Sexualidade entre casais heteros! Especialmente quanto a Bissexualidade Masculina, já que há maridos que tem fetiche em trisal, com duas mulheres e elas transando entre si! Um vizinho e eu subimos o elevador juntos, deu um clima e ao chegarmos ao nosso andar a “esposa” dele aguardava. Imaginei a situação dele, ereção fluindo por mim e ela aguardando ele já no corredor. No contexto de chegando ao apartamento, haveria a desculpa “social” de ir um instante ao banheiro! Mas, no corredor, ele teve que passar direto ao apartamento! Foi questão de tempo dele e eu, termos nosso domingo “juntos” no “privado”!

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