21 de abril de 2024

Symmy Larrat celebra a posição e destaca reconexão do país com a comunidade internacional; adesão recoloca o papel histórico do país em prol da proteção, promoção e defesa das diversidades sexuais e de gênero

Publicado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, em 05/10/2023

27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo contou com a presença do MDHC em junho de 2023
(Foto: Divulgação/MDHC)

Em manifestação oficial em favor da pauta de proteção e defesa dos direitos da população LGBTQIA+, o Brasil aderiu nessa quarta-feira (4) à Equal Rights Coalition (Coalizão de Direitos Iguais). O grupo é uma aliança intergovernamental de países comprometidos em pôr fim à violência e à discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexuais, assexuais e outras identidades de gênero e orientações sexuais em todo o mundo.

Em nota emitida pelo Ministério das Relações Exteriores e apoiada pelo Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), o Brasil se coloca novamente como um histórico promotor dos direitos das pessoas LGBTQIA+ diante da comunidade internacionais, como uma nação que defende o princípio da igualdade e o combate a toda e qualquer forma de discriminação.

Reconexão

A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+,
Symmy Larrat

A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ do MDHC, Symmy Larrat, celebra a inclusão do país no grupo, que deve promover a construção de ações conjuntas com países que integram a Coalizão para a proteção dessas pessoas não só no Brasil, mas ao redor do mundo.

“Dois motivos se destacam sobre a adesão do Brasil ao grupo. A primeira coisa é sinalizar mundialmente a posição do país, do governo brasileiro, de que ele atua na defesa e na proteção das pessoas LGBTQIA+. O segundo destaque se refere à conexão aos outros países que pensam como a gente nesse sentido, nessa atuação, para potencializar as ações em prol dos direitos dessa população. Assim, nos conectamos às experiências de outros países, e podemos construir ações sobre o tema em parceria global”, destacou.

Coalizão

A “Equal Rights Coalition (ERC)” foi fundada em 2016 na Conferência Global de Direitos Humanos LGBTI em Montevidéu, sob a liderança do Uruguai e da Holanda, e dedica-se à proteção dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e pessoas intersexuais (LGBTI) e a promoção do desenvolvimento inclusivo.

A Coalizão é atualmente composta por 43 países: Albânia, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Cabo Verde, Canadá, Chile, Chipre, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Honduras, Irlanda, Israel, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia do Norte, Malta, México, Montenegro, Nova Zelândia, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Sérvia, Suécia, Suíça, Ucrânia e Uruguai.

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