Por que a passividade é tomada como uma condição humilhante?

Gésner Braga Eventualmente, costumo ir a um bar de Salvador onde um ator transformista incorpora uma personagem regada a comicidade e muito escracho. Invariavelmente, sempre a vejo (ela, a personagem) eleger alguém da plateia para uma bateria de perguntas íntimas, embaraçosas e de duplo sentido. Até aí, nada de novo, pois a vergonha alheia foi, […]